Abrantes, dentro de Instantes, com Instantes dentro. Ou, uma ansiosa “espécie de regresso” a Abrantes, a alguns dos seus instantes, presentes, sim, mas carregados de outros longínquos instantes, como se o tempo nunca tivesse parado, como se vinte anos estivessem tão presentes, hora a hora, sem sombra de passado.
Abrantes, pela magia de todos os teus instantes, obrigado.
Apesar de nem tudo estar como se deseja, pense, por instantes… virar à direita, em Abrantes? Isso é lá coisa que se veja!!!
Hoje foi dia de Banco Alimentar. Abrantes presente, como sempre. Ajudar a minorar dias de carência que não deveriam de passar de instantes a que urge pôr termo, com urgência.
A melhor “loja de chineses” do centro de Portugal, Lisboa incluída. No frenesi do natalício consumismo, parar por uns instantes, neste preciso local e recordar o instante em que, aqui mesmo, mirámos e remirámos a compra da nossa primeira Dyane. A minha consagrada fidelidade à Citroen, olá, Luis Gomez, a marca que, desde sempre, me pôs os olhos em bico, nesta outrora casa mãe abrantina, é, hoje, a grande casa chinesinha. Limpópó!
A ver quem passa ou …. começar a passar para, de novo, contar o que se deve ver?
Praça Barão da Batalha que um dia baptizei Praça da Nossa Alegria ( não,não havia ainda nada de televisiva semelhança…) e onde tantos e reconfortantes instantes tiveram lugar desde que, com o meu querido amigo Eduardo Campos, ousámos “impôr” à nossa querida Câmara de então, saravá Engº Bioucas,o instante do seu decisivo encerramento ao trânsito!
Abrantes, a todo o instante …
antónio colaço











