
Há uma história comovente que se esconde por de trás do Nº 48 da Rua Rodrigues Sampaio.
Esta história é para ti, Micas. Sim, uma gatinha a quem nada falta. Até as aulas de piano…
O quê, estás insatisfeita como tanto conforto ? Querias antes palmilhar as grandes e enregeladas avenidas da Cidade Grande, Micas?

Então, vem, vem comigo. Desçamos à Grande Cidade. Agasalha-te.

Vês estas grades?! Cuidado, espreita, devagarinho, para veres como é boa a vida que levas.

Reconheces lá ao fundo aquele gatinho preto. Mesmo assim é um felizardo, com um terreno destes todo dele, uma casota, água e restos de comida. Sim, restos, bem longe dos teus certinhos croquetes de purina…

Olha, lá está ele. Um gato com um prédio todo só para ele. Mas… achas que ele é feliz?! Se calhar, pois nada lhe falta como vês. Mas… e o frio, António?
Nah, prefiro o “borralho” da minha manta!

Era uma vez um gato preto….
antónio colaço
Paizinho, esta história está do caraças! Só mesmo tu…obrigada pelos olhares atentos! Eu sou feita por e de ti! Adoro-te!!
By: rcolaco on 17 de Dezembro de 2008
at 18:42
O amigo kusturica, inspirado pelas margens do Drina, não realizaria melhor.
A doce realização do olhar é – preciso fosse – de um lince repórter.
Venha lá um jantar de coelho, bravo de preferência, pelas margens betânicas da ALTA, embebido num ternurento tinto, que de BAIXAS morais estamos todos cansados!
Ontem, a noite foi LIXADA para algumas mãos, mas nada que nos LIXE! ÂNIMO, precisa-se, para trespasse global!
By: Paulo Nuno Vicente on 17 de Dezembro de 2008
at 19:02