
BOAS FESTAS
Tal como há dois mil anos, a enregelada noite de Dezembro deve ter metido medo àqueles que procuravam nas redondezas da grande cidade um lugar onde o Deus Menino pudesse nascer.
Ele que tinha criado Dia e Noite, e tinha visto que tudo estava bem, esqueceu-se desse pequeno pormenor, um lugar para nascer e, de preferência, com a luz do dia.
É certo que criou as estrelas e os olhos para que pudéssemos adivinhá-las e, assim, reconfortados e um pouco mais seguros, poder segui-las.
Na noite que persiste em pairar no nosso Portugal, há uma luzinha que se acende no Largo das Cortes
tranquilizando-nos de que, afinal, há um caminho.
Acredito que em 2009 vamos poder encarar as noites
com muito mais tranquilidade.
As estrelas só precisam da nossa cumplicidade.

NOTA
Prevendo problemas de edição, ficam, aqui, desde já, os votos de um Feliz e Santo Natal. Caso consigamos, voltaremos “à antena”!
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