
No princípio eram as obras de remodelação do Plenário de S.Bento. De entre os muros agora reformulados, alguns tijolos oitocentistas. O artista parou, olhou e disse: destes velhos tijolos façamos novos tijolos, novas construções que albergarão crianças órfãs cujos pais morreram com sida na Africa longínqua, Uganda, aldeia de Bulenga.

O artista meteu mãos à obra e ao sétimo dia descansou e viu que era agradável à vista a obra que então concluíra.

Foi então que decidiu chamar-lhe a Última Pedra. Ao contrário das primeiras pedras que se lançam em televisivas cerimónias, estas três últimas pedras de uma obra já concluída, recusaram-se a ir para o lixo e querem contribuir para que mil outras novas pedras possam servir de alicerce aos cinquenta pequenitos órfãos de Bulenga que esperam pelos euros que a generosidade dos participantes do Parlamento Global/ Sic, enquanto decorrer o Debate do Estado da Nação quiserem licitar.
A melhor oferta seguirá integralmente para Bulenga!
Veja o que a Rita Colaço e Lina Ribeiro andam a fazer por lá!
Vamos ajudá-las?
Venha daí a sua proposta!
Obrigado, Anabela Neves, e a toda a tua generosa equipa!
antónio colaço
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